quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Capas de jornais do Penta histórico do GRÊMIO


Sugestão de joguinho para a criançada colorada


Cartão achado nas proximidades do Beira-LIXO


Quem mandou não ser conhecido... Fifa erra escudo e troca foto do Inter por Corinthians em post sobre o Mundial de Clubes


Ao publicar um vídeo na página oficial do Mundial de Clubes, relembrando todos os campeões, a entidade que rege o futebol mundial se equivocou duas vezes ao representar o Internacional, campeão de 2006 em cima do Barcelona, no Japão.

Primeiro, o escudo colorado foi trocado, em um distintivo que ficou longe de parecer o original.

Além disso, a Fifa ainda trocou a foto do time de Fernandão, Alexandre Pato, Clemer, Iarley, Adriano Gabiru e cia. pela imagem da equipe do Corinthians que foi campeã em 2000.

Que "Eu acredito" nada


Criançada Colorada


Luan humilha e chama Sasha de Cuzão

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Você está DEMITIDO


Máscara para Colorado


Dança a Vlasa agora Sasha Dançarina


Medicamento que os colorados estão tomando


Ah Eu to maluco


É PENTA


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Inter, a história passada a limpo. O episódio Paysandu


O repórter Fabrício Falkowski, do Correio do Povo, relembra neste sábado de um dos jogos mais importantes da história do Inter e que eevitou o rebaixamento do time para a Série B. O texto na íntegra está nas páginas do jornal, Abaixo, uma das retrancas.

“Quatro jogadores do Paysandu se venderam. Não tenho provas e, por isso, não vou citar nomes, mas é certo que aconteceu.” Assim, o ex-presidente do clube paraense fala, pela primeira vez, sobre os rumores que cercaram a partida daquele 17 de novembro de 2002. José Artur Guedes Tourinho hoje está afastado do futebol e ocupa a presidência da Junta Comercial de Belém. Na época, presidia o Paysandu. ‘É a lei da oferta e da procura. A torcida não aceita que um clube do tamanho do Inter caia”, observa.

Tourinho revela detalhes de como tudo teria acontecido. Segundo ele, o assédio começou na quinta-feira que antecedeu a partida, quando os primeiros contatos de pessoas ligadas ao Inter ocorreram. No dia seguinte, prevendo que a oferta também chegaria aos jogadores, Tourinho procurou um contraveneno: uma premiação extra para vitória, não para derrota. Buscou junto à Amazônia Celular um bicho extra de R$ 50 mil para dividir entre os atletas. “Na sexta-feira à noite, peguei os R$ 50 mil, juntei com mais R$ 20 mil do caixa do Paysandu e fui para o hotel da concentração. Reuni o grupo, olhei na cara de cada um e disse: “Tem alguém que quer se vender aqui?”. Ninguém confirmou. Então, disse que daria os R$ 70 mil para o time ganhar do Inter. O rebaixamento do Inter seria uma notícia mundial, e todo mundo ganharia, inclusive o patrocinador”, afirma ele.Mas o plano teria dado errado. “Os quatro jogadores tiveram uma reunião com um empresário no sábado, véspera da partida. Foi no almoço. Acho que foi ali que acertaram tudo”, lembra. Hoje, o empresário citado encontra-se preso em Belém acusado de duplo homicídio.O ex-presidente do Paysandu conta que, depois do jogo, foi até o vestiário sob um chuva de moedas atiradas pela revoltada torcida. Chegando lá, conta que perdeu a razão e tentou agredir um dos “vendidos”. ‘Fui para cima dele. Mas o pessoal separou”, conta. Segundo Tourinho, houve também um sério desentendimento dos quatro atletas com o resto do grupo. Afinal, segundo a versão do dirigente, os quatro receberam uma bolada, enquanto que os outros nem os R$ 70 mil puderam amealhar.Para Clemer, “papo-furado”Já na época da partida, as informações de que alguns jogadores do Paysandu teria “facilitado” circulou tanto em Porto Alegre quanto em Belém. A manchete do jornal O Liberal, um dos principais do Pará, anunciou no dia seguinte ao jogo: “Papão envergonha a Fiel”.O Correio do Povo também noticiou o fato e naquele época entrevistou Tourinho, que confirmou ter sido assediado por “pessoas interessadas em intermediar um encontro” entre ele e dirigentes colorados. Hoje, como naquela época, todos ligados ao Inter negam com ênfase e indignação: “Isto tudo é papo-furado. Aquele jogo foi muito difícil”, relembra Clemer.

Menino Drone já desembarcou no RJ


Obrigado Inter


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Segurança acima de tudo, até mesmo com o coirmão

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Neto espera queda do INTER: “Estou torcendo para que seja rebaixado”


Os últimos acontecimentos envolvendo o Internacional geraram uma onda de torcida contra o clube pelo país. Na semana que todos choraram a tragédia com a Chapecoense, entrevistas e ações polêmicas – com direito a ingresso no STJD e solicitação para não jogar a última partida – resultaram em críticas por parte da imprensa de todo o país. Muitos não escondem que querem ver o Inter na Série B.

Um dos mais polêmicos apresentadores esportivos da atualidade, o ex-jogador Neto se posicionou sobre a situação do clube gaúcho e abriu torcida para que o Inter caia para a Série B no ano que vem. Nesta segunda-feira, no Baita Amigos, do Band Sports, ele ainda desfez a famosa frase dita pelo presidente colorado Vitorio Piffero, que defendia que “clube grande não cai”.

“Inter vai ganhar do Fluminense, mas o Sport ganha do Figueirense e o Vitória ganha do Palmeiras. E aí vai ser gostoso, porque clube grande cai, sim, para a Série B. Palmeiras caiu, Botafogo caiu, Corinthians caiu, Grêmio caiu, Atlético-MG caiu. Vasco três vezes (…) Eu tô torcendo pro Internacional cair”, disparou Neto.

Mesmo com a tragédia que envolveu a Chapecoense na semana passada, a CBF confirmou a realização da última rodada do Brasileirão para o próximo domingo, dia 11. Para tentar reverter o primeiro rebaixamento de sua história, o Inter precisará vencer o Fluminense no Rio de Janeiro na última rodada e torcer para que o Sport não vença o já rebaixado Figueirense, na Ilha do Retiro.

Neto x Inter

Essa não foi a primeira vez que Neto se posicionou contra o Inter no ar, ao vivo. Em outubro, logo depois da classificação colorada sobre o Santos, na Copa do Brasil, o apresentador criticou muito a equipe da Vila Belmiro e lamentou que ela tenha perdido a vaga para um time “fraco e ridículo” como o Inter.

“E o Santos, hein? O Santos, que poderia muito bem ser campeão da Copa do Brasil, perde para o Internacional, que um time fraco, um time ridículo, diga-se de passagem”, disparou Neto.

O assunto havia entrado em pauta no programa Os Donos da Bola, da Bandeirantes, em decorrência do péssimo desempenho dos paulistas na rodada de quartas de final do torneio. Além do Santos, desclassificado pelo Inter, o Palmeiras ficou no caminho para o Grêmio e o Corinthians caiu para o Cruzeiro no Mineirão. Antes disso, o Juventude havia surpreendido o São Paulo na fase de oitavas de final.

Reviravolta? Contrato de Vitinho tem situação similar à de Victor Ramos

A grande discussão jurídica nesta última semana de Campeonato Brasileiro tem como protagonistas Internacional, Vitória e o zagueiro Victor Ramos. Por conta de um imbróglio relacionado ao seu empréstimo para os baianos junto ao Monterrey, do México, o Colorado afirma que a contratação aconteceu sem que fossem respeitados os limites da janela de transferências em caráter internacional. A CBF, no entanto, defende que houve respaldo legal para encurtar o caminho da transação.

Apesar das alegações vindas do Beira-Rio, um fato novo pode fazer com que caia por terra a posição dos gaúchos. Conforme pode ser visto em rápida consulta ao Boletim Informativo Diário (o famoso BID), o atacante Vitinho acabou sendo registrado nos mesmos moldes aos de Victor Ramos. Isso porque, seu contrato de empréstimo junto ao CSKA, da Rússia, terminava em dezembro de 2015. Com a renovação, em tese, seria necessário aguardar a reabertura da janela russa (​em 27 de janeiro de 2016) para aí sim registrar o seu novo contrato. Não foi o que aconteceu.


O novo vínculo do atleta foi registrado junto à CBF no dia 01 de janeiro, com a publicação acontecendo no dia 13 do mesmo mês. Para título de comparação, o meia Alan Patrick, do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, teve seu contrato renovado pelo Flamengo em iguais condições. No entanto, o Rubro-Negro só registrou o atleta quando a janela ucraniana abriu, em 28 de janeiro. A ponto de ficar de fora da estreia do time na temporada, contra o Atlético-MG pela Primeira Liga. Já Vitinho, em contrapartida, esteve em campo em 26 de janeiro, no empate sem gols diante do Coxa, pela mesma competição. 


Aqui vale um esclarecimento: as janelas estão atreladas ao limite de registros no sistema da FIFA, chamado TMS. É comum, portanto, que os contratos sejam inscritos no BID mesmo depois do fechamento das janelas, mas não antes da abertura. Uma vez que, com a janela fechada, não existe a possibilidade de sacramentar formalmente a negociação. O BID é a última fase. Isso, claro, em transações internacionais.  Enquanto as equipes se preparam para a rodada derradeira do Brasileirão, o STJD se debruça com a reabertura do caso para que tome a melhor decisão legal em torno da situação de Victor Ramos. Provavelmente ciente de que uma condenação aos baianos poderá demandar um efeito cascata prejudicial ao próprio Inter. É aguardar e conferir.

Sport aumenta premiação para os jogadores.


Cerca de uma semana antes da rodada decisiva do Brasileirão, o Sport decidiu aumentar a premiação dos seus jogadores.

O time do Recife enfrenta o Figueirense no próximo domingo (11) e depende apenas de uma vitória simples para escapar do rebaixamento para a Série B.

Por outro lado, o Internacional, para permanecer na Série A, precisa (além de vencer o Fluminense) que o Sport não vença os catarinenses.

O presidente do clube pernambucano, João Humberto Martorelli, confirmou que aumentou o “bicho” para os seus jogadores em caso de vitória sobre o Figueirense.

“Aumentamos substancialmente. Temos uma relação profissional (com os jogadores) e a questão financeira faz parte. É natural que tenha um incentivo financeiro para determinadas situações”, explicou o mandatário rubro-negro, em entrevista ao programa Bate-Bola, da ESPN Brasil.

Martorelli, no entanto, não quis confirmar os valores e nem quantas vezes o valor foi aumentado em relação à quantia original.

Por outro lado, questionado sobre a possibilidade de o Figueirense receber estímulo financeiro de outros clubes, como por exemplo o Inter, para vencer o Sport, o presidente disse que reprova a prática, conhecida no futebol como “mala branca”:

“É antiético. Incentivar com recursos financeiros um time que não é o seu é tentar comprar a boa vontade do outro time. Neste ambiente de seriedade que nós estamos após esta tragédia é mais do que ilegal. É antiético e desumano”, opinou o dirigente.

Tem colorado parando de beber...


E tem time q apela pro STJD...

Presidente da Chape sobre a imunidade:
E tem time que apela para o STJD...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Nova boneca colorada


ChapeGRÊMIO


Prefeito de Chapecó detona diretoria do Inter: 'Clube grande com direção de várzea'


O Internacional segue colecionando críticas. Depois de ser atacada pela própria torcida, a diretoria do clube ouviu mais palavras pesadas, desta vez de Luciano Buligon, prefeito de Chapecó.

"O Internacional é um clube grande com pequenos administradores. O Fernando Carvalho é um dirigente de várzea dirigindo um clube grande. O Inter tem direção de várzea, amadora. Tem uma bela torcida, muitos sócios e um dirigente de várzea. Ele foi muito inoportuno", disse em entrevista ao UOL Esporte.

Toda a revolta com o Internacional começou na quarta-feira, quando o vice de futebol colorado Fernando Carvalho comparou a tragédia da Chapecoense com a ‘tragédia particular' do Inter e disse que o clube seria prejudicado pelo adiamento da última rodada do Campeonato Brasileiro.

Depois, o próprio Carvalho tentou se desculpar. O presidente Vitória Píffero também se manifestou e falou em não jogar a última rodada - contando com o apoio público dos jogadores colorados. O problema é que ele mesmo sinalizou para um ‘campeonato incompleto', o que poderia acabar salvando o Inter.

"O sentimento é que não poderia mais ter futebol em 2016. Mas, evidentemente, ficamos sujeitos às ordens da CBF. A proposta é não ter mais futebol em 2016. Como fazer, o que fazer, eu não sei. Essa proposta é por absoluta falta de condições emocionais", começou.

"Não estou abrindo mão de nada, estou colocando um sentimento. O campeonato estaria incompleto", completou, dizendo que não abriria mão da permanência na primeira divisão.

Nesta sexta, os mesmos jogadores vieram à público de novo para tentar esclarecer que a posição deles não é essa e até ‘aceitaram' o rebaixamento caso a última rodada da competição não fosse disputada.

No sábado, foi a vez de a própria torcida colorada protestar com uma faixa no treino. "Força, Chape. Clube grande, diretoria pequena. Na A ou na B estaremos contigo. Cala-te, Píffero".

Ainda não há nenhuma definição oficial sobre o que vai acontecer. Por enquanto, a última rodada do Campeonato Brasileiro está marcada para o dia 11 de dezembro.

O Inter, que duela ainda com o Fluminense, é hoje o primeiro time dentro da zona de rebaixamento, com dois pontos de desvantagem para o Sport, seu principal rival contra a degola. Os colorados, portanto, não dependem apenas de si para se salvarem.

Paralelamente a tudo isso, o Inter ainda protocolou no STJD um recurso para tirar pontos do Vitória, por escalação irregular do zagueiro Victor Ramos.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Camisão da Chape no jogo do Grêmio


Prefeito de Chapecó chama diretoria do Inter de 'dirigentes pequenos'


Santa Catarina - Ainda sob forte emoção e durante o enterro do amigo e presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro, o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (PSD), fez duras críticas à diretoria do Internacional, que ameaçou entrar na Justiça caso a partida entre Chapecoense e Atlético-MG não seja disputada na última rodada do Brasileirão. O Inter precisa da vitória, e de uma combinação de resultados, para escapar do rebaixamento.

"É muito bom quando um clube grande tem dirigentes grandes. O problema é quando um clube gigante tem dirigentes pequenos. O caso do Atlético Nacional é assim: um clube grande com dirigentes grandes. Diferente do Internacional que é um clube grande com dirigentes que... Bom, é melhor eu nem falar", comentou, após o enterro do presidente.

A revolta de Buligon está relacionada às últimas declarações do vice-presidente de futebol do time gaúcho, Fernando Carvalho. O dirigente do Inter já deu declarações dizendo que o adiamento de rodadas "vai ser prejudicial ao clube" e que o time estaria "vivendo uma tragédia particular".

Uma das declarações mais fortes de Carvalho, e que mais incomodou torcedores e dirigentes da Chapecoense, foi dada durante entrevista à ESPN: "Já perdemos um campeonato no tapetão Então, o Inter tem todas as questões éticas para defender o caso. Isso vai ser tratado com o jurídico. Não tenho problema de ter a fama de usar o tapetão", avisou o dirigente, em alusão ao Brasileiro de 2005.

Os dirigentes do Inter já indicaram que podem entrar na Justiça caso o W.O. entre Chapecoense e Atlético-MG cause um efeito cascata - e outros times deixem de jogar a última rodada. Se o campeonato terminasse agora, o time gaúcho estaria rebaixado.

Desde a tragédia, clubes de todo o mundo se manifestaram em solidariedade a Chapecoense. Times da Série A, inclusive, prometeram emprestar jogadores gratuitamente para o clube se reerguer na próxima temporada.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Presidente do STJD ameaça punição ao Inter: 'No tapetão, não vai ganhar'


O presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Ronaldo Piacente, afirmou nesta sexta-feira em entrevista à rádio Bandeirantes RS estar preocupado com as ações e declarações de dirigentes do Internacional sobre o Campeonato Brasileiro e cogita tratar-se de uma "manobra" para driblar o rebaixamento à Série B em 2017.

Além disso, o Inter entrou com ação no STJD na última quinta-feira por conta da suposta escalação irregular do zagueiro Victor Ramos pelo Vitória, exatamente seu adversário na luta contra a degola no Brasileirão.

"Infelizmente, tem essa cultura do 'jeitinho brasileiro'. Isso nós não podemos aceitar. Todo o final de campeonato é a mesma história. Isso é lamentável".

Veja a entrevista de Píffero e o elenco do Inter sugerindo o fim do campeonato:

"Isso está me parecendo uma tentativa do Inter para não ser rebaixado. Vou ficar muito atento quanto a isso. Se eu sentir alguma manobra, vou agir e punir o clube. Nós vamos agir sim para que ninguém se beneficie da tragédia dos outros", declarou.

"Inter disse que tem duas novas provas sobre Victor Ramos. Ainda não recebi. Vamos analisar", garantiu o presidente do STJD.

Em entrevista à rádio Gaúcha, o diretor de futebol do Inter, Ibsen Pinheiro, negou que exista manobra para evitar a primeira queda do clube na história.

Repórter da Zero Hora: 'Parece que o Inter está fazendo manobra para o campeonato não terminar'
"Não posso imaginar que alguém identifique o Internacional pedindo uma manobra para fugir a resultados de campo. Isso não é compatível nem com a grandeza nem com a história do Internacional e também não é compatível com os fatos que ocorreram".

"Não é feio cair para a segunda divisão, feio é fazer manobra para não cair ou para voltar. Cair por mais triste que seja não é feio. Se ocorrer, fará dignamente", falou.

Dinei chuta o balde sobre os jogadores do Inter

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Jornalista da Fox responde a Alex


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Time salafrário III


Time salafrário II


Time salafrário I


Louco para melar o Brasileiro, Internacional já está rebaixado moralmente


O Internacional quer agora cancelar a última rodada do Brasileiro. Os jogadores do Colorado, em entrevista coletiva, afirmaram que não têm “condições” de jogar contra o Fluminense, por causa da tragédia com a Chapecoense.

É compreensível. Não há quem não tenha ficado abalado com tudo o que aconteceu na Colômbia. E os jogadores, de todos os times, perderam colegas e estão toda semana viajando de avião para jogar. Agora, há um porém…

Com a equipe dentro da zona de rebaixamento, em caso de cancelamento da rodada, a lógica aponta que o Inter estaria na Segunda Divisão, certo? Bem, aí o Inter não quer comentar, prefere não tratar das possíveis consequências.

Só eu estou achando meio estranho tudo isso? Não está batendo.

Curiosamente, o Inter aproveitou esta quinta-feira (1) para também ingressar no STJD, provocando o tribunal sobre o caso do zagueiro Victor Ramos, do Vitória, rival na briga contra a degola. Questão que a CBF já adiantou que está regular e que não deve prosperar no tapetão.

O iminente rebaixamento parece mesmo estar abalando fortemente os colorados. Não bastasse tudo isso, Fernando Carvalho, dirigente do clube, deu possivelmente a mais infeliz das declarações envolvendo a Chape.

Reclamou do adiamento da rodada, dizendo que o Inter também tinha sua “tragédia particular que é fugir do rebaixamento”. O cartolão foi tão infeliz, tão insensível, que correu para pedir desculpas. Mas aí o estrago já estava feito.

Clube de história riquíssima, infinidade de títulos importantes e torcida gigante, que não tem nada com tudo isso, o Inter a cada dia mais queima o seu filme. Culpa da cartolagem, que procura uma saída para escapar do vexame da própria incompetência.

Vergonha

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Até os colorados repudiaram o "Deus Carvalho"

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Diferença entre times


Colorados acabam com estoque de xampu em Porto Alegre


Para pensar...


Finalmente descobrimos o que D´alessandro procurava


Passei o Trator


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Carrasco do Palmeiras em 2002 revela calote do Internacional em oferta de mala branca. Abre o olho Figueira!



Carrasco do Palmeiras em 2002 revela calote do Internacional em oferta de mala branca

Mesmo reserva do Vitória na ocasião, André foi decisivo para a primeira queda de divisão da história do Palmeiras. Foi dele o último gol sofrido pela equipe então comandada por Levir Culpi naquela temporada, decretando o triunfo dos baianos por 4 a 3 no Barradão. Quatorze anos depois, o atacante já fala abertamente sobre a mala branca que moveu o seu time naquele 17 de novembro, aponta um envolvido - segundo ele, o Internacional fez uma proposta por telefone - e até acha graça por jamais ter recebido a quantia acordada.

Gazeta Esportiva: Você estava em campo quando o Palmeiras foi rebaixado pela primeira vez, em 2002, e até marcou um gol pelo Vitória. O que se lembra daquela partida?
André Neles: Foi um jogo tenso. O Vitória estava bem no campeonato e poderia ficar entre os oito melhores com uma combinação de resultados. Entramos determinados a vencer. Já o Palmeiras estava nervoso, não conseguiu fazer um bom jogo. Acabamos ganhando, e eu tive a felicidade de marcar o quarto gol. Saiu de uma grande jogada do Zé Roberto, que entrou na área, driblou dois zagueiros e chutou. O Sérgio rebateu, e a bola caiu no meu pé. Só tive o trabalho de empurrar para dentro. Isso praticamente rebaixou o Palmeiras.

GE: Fala-se muito em mala branca no Campeonato Brasileiro. Embora vocês tivessem possibilidade de classificação, houve esse tipo de incentivo financeiro para rebaixar o Palmeiras?
André Neles: Naquela época, houve, sim. Vários clubes ligaram para a gente, oferecendo a mala branca para vencer o jogo. Mas também não pagaram. Então, não adiantou nada (risos).

GE: Ninguém pagou?
André Neles: Não. Ninguém arcou com o combinado.

GE: Quais foram os clubes que ofereceram dinheiro para o Vitória?
André Neles: O Inter foi um deles. Ofereceu um dinheiro e não mandou. A gente ganhou também porque o Inter precisava do resultado, estava para cair. Foi um dos clubes que entraram em contato e fizeram a oferta. Mas ninguém pagou. Futebol é assim: a mala branca é oferecida às vezes, mas acaba não aparecendo. 
(O Internacional terminou o Campeonato Brasileiro de 2002 na 21ª colocação, com só dois pontos de vantagem para o Palmeiras.)

GE: Como a proposta da mala branca é feita de maneira sigilosa, imagino que seja difícil para vocês cobrarem.
André Neles: Não tem como porque é um telefonema, né? Você até tenta cobrar depois, vai atrás de quem prometeu. Mas aí é a palavra de quem prometeu e não vai pagar contra a sua. Fica aquele jogo de empurra, e não sai nada.

GE: Como funciona a oferta?
André Neles: A pessoa te liga e fala: olha, tenho tanto para você ganhar o jogo amanhã. Ganhando, a gente leva o seu dinheiro depois do jogo. Aí, você ganha, mas o dinheiro não vem.

GE: Já te pagaram algum prêmio de mala branca ao longo da carreira?
André Neles: Já me ofereceram várias vezes. Mas, receber mesmo, nunca recebi. Jamais chegaram a pagar (risos). Mesmo assim, é uma coisa feita mais para te motivar.

GE: E dá certo?
André Neles: Nem precisa disso. O jogador já está muito focado em partidas assim, então nem pensa nessa ajuda. Dinheiro é bom, né? Mas acaba sendo algo imprevisível, que pode não chegar. Você nem fica esperando muito.

Seita Colorada


Ão Ão Ão, vou dançar na Segunda divisão


Sasha achou parceria para a Valsa


Acharam o Piloto do Drone


Colorado chamando estádio do Vitória de Lixo

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Recado do Zé Love para o Cláudio Dienstmann

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