quarta-feira, 19 de abril de 2017

Revista Colorada acusa jogadores de só lutar contra o rebaixamento por bixo alto


Põe no DVD


Foram gerar PDF e os documentos sumiram...

Inter deve instaurar uma sindicância para investigar sumiço de documentos
Conselho Fiscal reprovou os atos de gestão de Vitorio Piffero



Mesmo hospitalizado, Vitorio Piffero ficou sabendo ainda na noite dessa segunda-feira que o Conselho Deliberativo acabara de rejeitar as contas do seu segundo ano de gestão. Por uma votação acachapante, os conselheiros atenderam à recomendação do Conselho Fiscal e desaprovaram o balanço de 2016. Apenas 17 conselheiros foram contra a rejeição das contas.

Além disso, por orientação do presidente do Conselho Fiscal, Geraldo Da Camino, o clube deve instaurar uma sindicância para investigar o sumiço de documentos, notas fiscais e contratos. A investigação deve começar em breve. “O pedido se prende à necessidade de se apurar a efetiva ocorrência de fatos. É prematuro se falar em consequências”, disse Da Camino, logo depois da reunião.

O Conselho Fiscal, avalizado pelas auditorias realizadas no clube, não encontrou problemas nos demonstrativos contábeis, mas reprovou os atos de gestão de Piffero, sobretudo o pagamento de empréstimos e fornecedores em detrimentos de salários e impostos. Tal opção colocou o clube sob risco de perder o financiamento de débitos federais conhecido como Profut.

Paralelamente, a atual diretoria do Inter está realizando uma grande auditoria, que trabalhará por três meses investigando procedimentos e processos administrativos e financeiros do clube. O trabalho deve estar concluído no final de maio. Seus resultados serão analisados, em um primeiro momento, pelo Conselho de Gestão do Inter. Em seguida, serão levados para conhecimento de todos os conselheiros. Vitorio Piffero segue hospitalizado em Porto Alegre.

Éverton Ribeiro está acertado com o Grêmio


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Geromelzinho, fala aí pra nós em qual divisão está o 🅱INTER?


Ansioso para estrear no 🅱INTER


"Pra mim, quanto mais tempo ficar na Ponte Preta, melhor"


POTTKER, William
Novo reforço do Inter

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Tríplice Coroa Colorada


Internacional pode ser até excluído da Série B, se denunciado por uso de falsificação


Com a continuidade do inquérito para apurar a falsificação ou uso de documento falsificado por parte do Internacional, o Colorado segue sujeito a uma punição pesada, caso a conclusão do auditor Mauro Marcelo de Lima e Silva seja a de responsabilizar o clube. Para esse tipo de conduta, o Código Disciplinar da Fifa pode ser usado pela procuradoria na formulação de uma eventual denúncia. E é nele que está a maior ameaça.

O artigo 61 prevê a possibilidade de aplicação de, além de multa, exclusão do clube de uma determinada competição (no caso, a Série B) pelo uso de documento falso, ainda que a agremiação não tenha feito a alteração no original.

Ou seja, a disputa da Série C seria a punição máxima ao clube. Como se não bastasse, a pena pecuniária poderia alcançar 1 milhão de francos suíços.

TEXTO ORIGINAL

ARTICLE 61

1. Anyone who, in football-related activities, forges a document, falsifies an authentic document or USES a forged or falsified document to deceive in legal relations will be sanctioned with a fine.

5. A club may be held liable for an infringement as defined in par. 1 committed by one of its officials and/or players. In such a case, an expulsion from a competition and/or a transfer ban may be pronounced in addition to a fine for the club concerned.

Que acusada do Baldasso... todo choroso mas "só buscava a justiça no futebol".. Ahã...

video

Que fase "boa" do Colorado... mais uma


quinta-feira, 6 de abril de 2017

STJD nega pedido do Inter e mantém inquérito para apurar suposta falsificação


Após revés na Suíça, Colorado tem mais uma derrota na Justiça Desportiva nesta quinta-feira

O Inter teve mais uma derrota na Justiça Desportiva nesta quinta-feira. Além de a Corte Arbitral do Esporte (CAS) não ter analisado o mérito do Caso Victor Ramos, o Pleno do STJD rejeitou o pedido colorado para que fosse trancado o inquérito que apura uma suposta falsificação de uma reprodução de e-mails entre a CBF e o Vitória. O resultado já era esperado.

A alegação do Inter, que paralelamente solicitou o afastamento do auditor Mauro Marcelo de Lima, por ser indicado pela CBF, era de que o clube não teve acesso ao inquérito.

— A reclamação é que o inquérito está sendo conduzido e, durante um bom tempo de produção de provas, o Inter não teve acesso, embora requerendo isso. Entendemos que houve cerceamento do direito de defesa, mas o tribunal entendeu que a forma está correta, o que não impede que eventuais prejuízos constatados possam ser objeto de nova reclamação — disse o vice-presidente jurídico do Inter, Gustavo Juchem.

O caso ficou mais forte depois que o STJD, em nota no site oficial, revelou a existência de uma perícia que supostamente comprovaria a falsificação dos documentos juntados pelo Inter. O clube, além de mostrar insatisfação, também procurou peritos para se resguardar.

— O Inter já apresentou ao tribunal. São duas perícias e dois pareceres demonstrando a cadeia de circulação desse e-mail e mostrando que, desde que o e-mail foi enviado ao clube, ele não foi alterado. Portanto, ninguém no Internacional mexeu. Estamos mostrando que o conteúdo apresentado pelo Inter, comparado o que foi registrado pela ata notarial da CBF, não sofreu mudança relevante de conteúdo ou de sentido — completou Juchem.

Os e-mails apresentados pelo Inter foram usados como argumento para tentar provar irregularidade cometida pela CBF e pelo Vitória no processo de registro e escalação do zagueiro Victor Ramos pelo clube baiano. Como a Corte Arbitral do Esporte decidiu não ter jurisdição para analisar o mérito do caso, o Inter não tem mais a quem recorrer e vai jogar a Série B.

Páscoa antecipada


Agora é oficial ! Micão FIFA ! Inter é o primeiro rebaixado padrão FIFA!



CAS diz que não tem competência e encerra Caso Victor Ramos

Segundo informações do Vitória, tribunal comunicou nesta quinta-feira que não haverá nova audiência

A Corte Arbitral do Esporte (CAS) comunicou às 10h30min desta quinta-feira (5h30min no Brasil) que o Caso Victor Ramos está oficialmente encerrado. O tribunal entendeu que não tem competência para julgar o tema e, portanto, não haverá novas audiências. 

Ambos os clubes receberam o comunicado do CAS no mesmo momento, mas o departamento jurídico do Vitória foi o primeiro a anunciar o desfecho. Mais tarde, Gustavo Juchem, advogado do Inter, confirmou a decisão do tribunal. A diretoria do Colorado deve emitir um comunicado oficial nesta manhã.

— CAS acabou de notificar as partes de que não tem jurisdição para apreciar o caso. Vitória venceu. Recebemos a notícia com muita alegria, pois estávamos muito seguros da tese defendida no tribunal — disse o advogado do Vitória, Bichara Abideão Neto.

Com a decisão, o CAS acata a tese defendida pelo Vitória, de que o tribunal arbitral não teria poder para revisar um assunto que não foi julgado pela justiça esportiva brasileira, já que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) optou por arquivar a denúncia.

Na audiência realizada na última terça em Lausanne, os árbitros do CAS não analisaram o mérito da ação levantada pelo Inter e apreciaram apenas a questão da jurisdição.

Após cinco horas de debates, os árbitros suspenderam a sessão e pediram 48 horas para decidirem sobre a competência do caso e se uma nova audiência seria marcada. A resposta veio nas primeiras horas desta quinta-feira, com desfecho negativo para o Inter.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

AG obrigou Inter a trocar a data do jogo do gauchao porque a prioridade deles é um show do elton jonh no beira rio. Ué não mandavam no Beira-lixo?


O palco do evento, que será realizado no Anfiteatro Beira-Rio (atrás de uma das traves do estádio, voltado às cadeiras) começa a ser montado nesta sexta-feira. Para que o campo fosse utilizado no sábado, uma operação precisaria ser feita. O isolamento de uma parte do estádio e até mesmo da área próxima ao gol demandaria um esforço que o clube optou por não fazer. 

No início da tarde, entrou em acordo com a rede de televisão que transmite o torneio e a Federação Gaúcha de Futebol, que já até alterou a data da partida em seu site oficial. 

Mesmo punido com a perda de dois mandos de campo, o Inter acredita que jogará no Beira-Rio. Na noite de quarta-feira, o STJD concedeu efeito suspensivo ao Colorado. Porém, se um novo julgamento ocorrer até a próxima quinta, dependendo do resultado a partida pode mudar também de local. 

O jogo de volta entre Cruzeiro-RS e Inter, no estádio Vieirão, em Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, segue marcado para dia 9, domingo. 

Vitinho ama o Inter


Árbitros do CAS deram razão ao Grêmio no "Caso Maxi López", mas Tricolor perdeu a causa. Ou seja, aceitem a 🅱, que dói menos


O futuro do Inter no Brasileirão 2017 será decidido nesta terça, na Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça, pelos mesmos árbitros que julgaram o polêmico imbróglio envolvendo o Grêmio e o atacante Maxi López, em 2013.

Na ocasião, o tribunal reconheceu que o Grêmio tinha razão no mérito do processo, mas, mesmo assim, negou ao Tricolor o direito a uma indenização e confirmou a decisão da Fifa, de dar ganho de causa ao jogador argentino. Logo, apesar de os advogados gremistas terem convencido os árbitros com as suas argumentações, não houve qualquer sanção imposta ao jogador e o clube não teve direito ao ressarcimento pedido na ação.

Na prática, o Grêmio ganhou, mas não levou.

Apesar de os casos serem totalmente diferentes e não apresentarem qualquer semelhança no mérito, a possibilidade de "ganhar, mas não levar", também existe na ação movida pelo Inter.

Afinal, se o CAS entender que os advogados colorados têm razão, e Victor Ramos, de fato, atuou de forma irregular no Brasileirão, isso não significa, necessariamente, que o tribunal reconduzirá o Inter à Série A.

Os árbitros envolvidos no caso Maxi López (e que atuarão no caso Victor Ramos) eram o português Rui Botica dos Santos e o israelense Efraim Barak. Na ocasião, estava presente também o árbitro italiano Massimo Coccia, que não participará da audiência entre Inter, Vitória e CBF. No painel de terça, o terceiro árbitro será o também italiano Luigi Fumagalli, que terá a função de presidir os trabalhos.

Entenda o caso Maxi López:

Em 2009, o Grêmio contratou o atacante Maxi López, do FC Moscou, por empréstimo até dezembro. No contrato, estava estipulado que a direção gremista teria a condição de exercer a renovação automática por três anos, caso depositasse 1,5 milhão de euros na conta do jogador, para que, então, o atleta comprasse os seus direitos do clube russo e firmasse um novo vínculo com o Tricolor.

Em dezembro, o Grêmio depositou em juízo, na Justiça do Trabalho, em favor do jogador o valor estipulado no contrato. Porém, com o desejo de deixar Porto Alegre para atuar na Europa, Maxi López simplesmente não sacou a quantia e viajou para a Itália, onde acabou acertando com o Catania.

O Grêmio, então, recorreu à Fifa solicitando um ressarcimento do atleta por quebra de contrato e danos esportivos e morais. A entidade máxima do futebol mundial considerou que a cláusula de renovação automática firmada entre as partes era inválida e deu ganho de causa a Maxi López. Insatisfeito, o departamento jurídico do Grêmio recorreu ao CAS, em Lausanne.

Em uma audiência realizada em 3 de dezembro de 2013, os árbitros do tribunal revogaram a decisão da Fifa e atestaram que o clube gaúcho tinha razão, reconhecendo a cláusula de renovação automática como válida e atestando que Maxi López realmente descumpriu o acordo firmado.

Por outro lado, o tribunal entendeu que a conduta de Maxi López não gerou danos morais, financeiros ou esportivos ao Grêmio. Por isso, negou ao clube gremista qualquer ressarcimento.

— O painel entende que a cláusula (...) é valida e obrigatória. Consequentemente, o painel entende que o jogador era obrigado a cumprir a sua obrigação contratual de assinar contrato por três anos com o Grêmio. Entretanto, o painel entende que o Grêmio não provou ter sofrido qualquer dano pelo fato de o jogador não ter assinado o contrato. Sendo assim, a apelação do Grêmio está negada e a decisão do apelado (Fifa) está confirmada, embora por razões legais diferentes — disse a sentença divulgada pelo CAS na ocasião.

Sonho meu...: Após confirmação de falsificação de e-mails por parte do internacional, torcedores fazem fila para se associar.


sexta-feira, 31 de março de 2017

Caso Victor Ramos: STJD diz que laudos atestam falsificação do Inter

O caso Victor Ramos ganhou um novo elemento nesta quinta-feira. Em nota oficial, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) anunciou que a perícia comprovou falsificação de e-mails por parte do Inter no processo, em episódio denunciado pela CBF no final do ano passado. Ao mesmo tempo, também adiou os depoimentos de dirigentes, previamente marcados para a manhã desta quinta-feira. O ex-presidente Vitorio Piffero e o atual vice-jurídico Gustavo Juchem não compareceram ao tribunal por "problema de saúde e compromissos profissionais", conforme o órgão.

Piffero e Juchem haviam sido intimados pelo auditor do plano do STJD, Mauro Marcelo de Lima e Silva, para que ambos prestassem esclarecimentos com relação aos fatos investigados. Não há data definida para a próxima oitiva. 

– As oitivas foram agendadas para a data de hoje após Mauro Marcelo ter finalizado a parte investigativa do inquérito e recebido os laudos/pareceres elaborados por peritos de São Paulo e Rio de Janeiro, que comprovaram a falsificação de parte dos e-mails inseridos em processos de interesse do Inter, tais como adulterações de: “forma e conteúdo, subtração de palavras, textos, nomes e frases, além de inserção indevida de palavras, letras e assinaturas, modificações essas de conteúdo capazes de descaracterizar o seu sentido original” – diz o comunicado, publicado no site do STJD. 

INTER SE DEFENDE E NEGA FALSIFICAÇÃO 


Em contato com o GloboEsporte.com, Gustavo Juchem disse que justificou a ausência por uma questão profissional que estava marcada para mesmo dia e horário da oitiva. Mas se colocou à disposição para comparecer ao STJD para a audição. O dirigente também reiterou a idoneidade do departamento jurídico no caso. E disse que o Inter trabalhará para comprovar isso.    
– O Inter vai preparar a sua defesa e vai prestar os esclarecimentos necessários para comprovar que não houve falsificação de qualquer documento – afirmou. 
Juchem também se mostrou suspeito com o comunicado pelo STJD pelo fato de o processo estar em trâmite. E lamentou o fato de o Inter não tenha dado a sua versão ao Tribunal. 

– Eu não diria suspeito, mas é incomum o Tribunal divulgar provas, ainda mais enquanto esse processo está tramitando. O que incomoda é que ainda não houve o contraditório a esses fatos divulgados, o Inter ainda não pôde dar a sua versão. Não houve qualquer tipo de falsificação e vamos comprovar isso – ressalta.
Em "nota pública" divulgada no Facebook, o ex-presidente Vitorio Piffero também se pronunciou. Confira abaixo a íntegra:

A DENÚNCIA FEITA PELA CBF

Em 9 de dezembro, a CBF enviou ao STJD um ofício no qual afirma que os e-mails que vazaram com uma suposta conversa entre diretor de Registro e Transferência da CBF, Reynaldo Buzzoni, e dirigentes do Vitória, foram adulterados. As mensagens eletrônicas foram utilizadas pelo Inter para tentar reabrir o processo sobre inscrição irregular do zagueiro e, com isso, tirar pontos do time baiano e evitar o rebaixamento.  
Na época, a CBF negou que tivesse a intenção de acusar o Inter de falsificação de documentos. Alegou, porém, que os e-mails supostamente adulterados faziam parte do processo e pediu ao STJD que eles fossem legitimados e, caso a falsificação fosse comprovada, que o caso fosse levado para investigação no Ministério Público do Rio de Janeiro.

O Colorado, por sua vez, chegou a ingressar com pedido de "suspeição" à investigação. A reclamação inicial do departamento jurídico do clube teve a ver com o sorteio do auditor Mauro Marcelo para conduzir o procedimento. O Inter contestava a manutenção do auditor no caso por sua ligação com a CBF, uma das partes interessadas no inquérito. A contestação, porém, não foi reconhecida.

Sem sucesso no âmbito nacional, o Inter recorreu à Corte Arbitral do Esporte , e entende que a abertura do inquérito no STJD seria uma retaliação a isso. Com sede em Lausanne, na Suíça, o TAS atendeu o pleito do clube e marcou o julgamento para o dia 4 de abril, antes do início das séries A e B do Campeonato Brasileiro (em 13 e 14 de maio, respectivamente) e, por coincidência, no dia em que o clube gaúcho completa 108 anos.

As duas letras que estão atormentando a vida dos vermelhos.


Nova camisa no mercado!


Encomendas com o 

Três clubes brasileiros aparecem no álbum da Fifa com os maiores times do mundo


Toda a IVI em pânico


quarta-feira, 29 de março de 2017

Expectativa X Realidade


Erroooooooooooo!


O nariz não para de crescer!


O que é de quem nos estádios da dupla Gre-Nal




Fora das quatro linhas, a dupla Gre-Nal busca melhorar sua situação em relação aos seus estádios. O Inter, que detém a gestão do Beira-Rio, tem interesse em assumir a participação da Andrade Gutierrez na administração das áreas VIPs e comerciais, e o Grêmio negocia há quatro anos a compra da Arena e do direito de superfície junto à OAS.

As duas tratativas, no entanto, têm particularidades distintas. Para o Inter, administrar a Brio, empresa criada pela AG e pelo banco BTG Pactual para gerir camarotes e edifício-garagem do estádio, entre outros, seria a chance de ampliar os lucros com a operação em dias de jogos e eventos. O trunfo seria de aumentar a ocupação da torcida colorada nestes espaços com o argumento de que parte da receita gerada seria revertida ao clube. 

Embora o Inter não comente publicamente as tratativas, dirigentes fizeram, nos últimos dias, uma reunião com membros do BTG para avaliar as condições de negócio. É possível que as conversas evoluam em um futuro próximo.

Em relação ao Grêmio, as negociações com a OAS foram marcadas por muitas idas e vindas. Iniciada pelo ex-presidente Fábio Koff, a operação deflagrada para compra da Arena esteve muito perto de ser concretizada no ano passado. 

A entrada no negócio da empresa Karagounis, que é controlada por um fundo de investimentos ligado à Caixa, serviu para agilizar a quitação do financiamento do BNDES para a construção do complexo junto aos bancos Banrisul, Santander, Bradesco e Banco do Brasil. 

Assim, a Karagounis tomaria posse do Olímpico e explorar comercialmente a área que hoje está em ruínas na Azenha. Ocorre, contudo, que Banco do Brasil e Banrisul não aceitaram os termos da operação. Assim, o clube decidiu que, caso não obtenha uma resposta positiva até sexta-feira, desistirá do negócio.

— O Grêmio fez todo o esforço e deu todas as condições para que o negócio se realizasse. O que está impedindo estes bancos estatais de fazer o negócio são carimbos. Os bancos estão se escondendo atrás de carimbos — observa Nestor Hein, diretor jurídico do Grêmio.

INTER/BEIRA-RIO

Gestão do estádio
Compartilhada. Inter administra 42 mil lugares entre arquibancadas e camarotes antigos, além das datas. Em jogos, a Brio (holding criada entre a Andrade Gutierrez e a BTG Pactual) administra 8 mil lugares VIP, skyboxes, camarotes novos, edifício-garagem e lojas. Em shows (Guns, Roberto Carlos, Rolling Stones), a gestão é exclusiva da Brio. Inter tem administração e vida diária do Beira-Rio, podendo usá-lo também para treinos. 

Posse do terreno
As áreas são todas do Inter. Porém, o clube preocupa-se porque algumas superfícies do estádio estão como garantia do empréstimo junto ao BNDES.

Renda dos jogos
Inter recebe a renda de seus lugares. Brio recebe a renda de seus lugares. As despesas, porém, são divididas.

Custos de manutenção
Toda a despesa do estádio, em áreas comuns, são de 66,6% são do Inter e 33,3% da Brio. Entretanto, há uma defasagem no pagamento. Até o fim de 2016, a empresa deve cerca de R$ 5 milhões ao clube.

Estacionamento e espaços VIP
O edifício-garagem e os espaços VIP são de administração da Brio. O Inter possui dois estacionamentos descobertos. A experiência recente mostra que os locais do clube lotam com mais facilidade do que os da empresa. 

Financiamento para construção
BNDES financiou R$ 300 milhões para a Andrade Gutierrez. 

GRÊMIO/ARENA

Gestão do estádio
Embora mande seus jogos na Arena, o Grêmio não faz a gestão de seu estádio. A empresa Arena Porto-Alegrense, que tem o executivo Marcelo Jorge como presidente, é a responsável por administrar o complexo. (SÓ ESQUECERAM DE AVISAR QUE NA COMPOSIÇÃO DA ARENA PORTOALEGRENSE EXISTEM MEMBROS DO GREMIO... QUE PEQUENO "DETALHE", OU SEJA, A ADMINISTRAÇÃO TAMBÉM É COMPARTILHADA)  Além de gerar receitas com vendas de camarotes e publicidade, por exemplo, também opera o estádio em dias de jogos.

Posse do terreno
Na matrícula do registro de imóveis na Capital, o terreno sobre o qual está a Arena pertence às empresas OAS 26 e Karagounis Participações S.A. No contrato para a construção do estádio, a propriedade da área seria repassada ao Grêmio como permuta pelo Olímpico, na Azenha. No entanto, o Grêmio só realizará a chamada "troca de chaves" quando o terreno da Arena estiver desonerado - atualmente é garantia no pagamento do financiamento do BNDES.

Renda dos jogos
A renda dos jogos realizados na Arena vai para o caixa da Arena Porto-Alegrense. Mas parte deste valor é recebido pelo Grêmio através do quadro social - os sócios pagam direto ao clube. Para acomodar os associados nas partidas, o Grêmio paga R$ 1,5 milhão mensal à gestora do estádio.

Custos de manutenção
O custo médio para abrir os portões da Arena é de R$ 180 mil por jogo - varia conforme o tamanho da partida e pessoal envolvido na operação. Como o processo é gerido pela Arena Porto-Alegrense, o Grêmio não tem gastos com a manutenção do estádio.

Estacionamento e espaços VIP
São explorados exclusivamente pela Arena Porto-Alegrense. A gestora do estádio gera receita com a venda de vagas para o estacionamento, sejam fixas ou rotativas, e também com a comercialização de áreas VIP, como camarotes e cadeiras gold. O Grêmio não lucra com estes espaços.

Financiamento para construção
Foi tomado pela OAS junto ao BNDES pelos bancos repassadores Santander, Banrisul, Banco do Brasil e Bradesco no valor de R$ 170 milhões. As parcelas são pagas mensalmente pela Arena Porto-Alegrense. 

Obras no entorno da Arena podem ser assumidas por parceiro da OAS: Empresa Karagounis fará proposta ao MP para solucionar o problema


O imbróglio que envolve as obras viárias no entorno da Arena do Grêmio pode ter solução em breve. A obrigação assumida pela OAS S.A. em Termo de Ajustamento de Conduta junto ao Ministério Público, que era de executar melhorias na região, como a duplicação da Avenida AJ Renner, pode ser repassada para a empresa Karagounis, uma parceira da construtora.

Responsável pela construção e comercialização do empreendimento Liberdade, que fica ao lado da Arena, a Karagounis é controlada por um fundo de investimentos imobiliários ligado à Caixa (detém 65% de participação) e pela OAS Empreendimentos (outra empresa do grupo, que detém 35%). Por conta da decisão judicial que proíbe que a prefeitura conceda novos habite-se às torres do condomínio, a Karagounis prepara uma proposta que deve ser apresentada ao MP ainda nesta semana para executar as obras necessárias na região.

A iniciativa também contempla as negociações entre Grêmio e OAS para a venda da Arena. Como a questão do entorno é um dos nós nas tratativas entre clube e construtora, a Karagounis aceitaria assumir as obras no Humaitá/Farrapos para destravar a questão. Assim, a empresa poderia tomar posse da área do Estádio Olímpico, que está em ruínas na Azenha, e, enfim, explorá-la comercialmente.

Com a entrada da Karagounis nas tratativas, a obrigação das obras do entorno da Arena deixaria de fazer parte da Recuperação Judicial da OAS S/A. A questão está subordinada ao processo que corre no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Veja quais são as obras pendentes no entorno da Arena:


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